Imagem de uma sala abandonada com paredes de concreto cobertas de musgo e plantas. No centro, há uma pintura de uma borboleta com asas pretas e amarelas, apoiada no chão.

COLEÇÃO epifania

Há um instante raro em que o invisível se revela — não como algo novo, mas como algo que sempre esteve ali, à espera de um olhar atento. Epifania nasce desse momento de revelação.

Nesta coleção, borboletas e mariposas deixam de ser apenas criaturas efêmeras para se tornarem símbolos de transformação, silêncio e permanência. Suspensas entre o científico e o sensível, essas espécies revelam uma beleza que transcende sua fragilidade, convidando o observador a desacelerar e contemplar.

Cada obra é um encontro. Um gesto de aproximação entre o humano e o natural, onde textura, forma e luz revelam narrativas ocultas. As asas — muitas vezes vistas apenas como ornamento — tornam-se mapas de existência, registros de um tempo que não se mede em horas, mas em metamorfoses.

Epifania não é apenas sobre ver, mas sobre perceber. É sobre o momento em que algo comum se torna extraordinário.